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Carta de desabafo dos cooperados e moradores do Bosque Felizcidade

O Felizcidade era um projeto de moradia que tinha tudo para dar certo. Seus fundadores eram pessoas dignas e de total confiança, tínhamos uma linda reserva florestal de causar inveja , além de sua nobre localização (Rodovia Augusto Montenegro Km 03 próximo ao Estádio Mangueirão). Acreditamos no projeto e então começamos a pagar para que este sonho se tornasse realidade. A Comteto (Cooperativa Habitacional de Belém), administrada pela senhora Leila Mourão, historiadora, doutora e professora da Cátedra de história da UFPA, uma mulher conhecedora dos direitos do povo engajada nas lutas políticas inclusive da luta da mulher e militante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) como poderíamos não acreditar?

As propagandas eram intensas na imprensa, recebíamos boletins informativos palestras frequentes e fazíamos até caminhadas nas áreas ecológicas, ficávamos "empolgados" era o governo do povo apoiando; o mesmo que desapropiou a área e que pagamos muito caro por ela. Com o passar do tempo, as obras começaram a emperrar, os problemas administrativos começaram a aparecer e muitos cooperados desitiram perdendo quase tudo que investiram e muitos perderam tudo.

O conselho fiscal da cooperativa no ano de 2003 não aprovou as contas da diretoria, denunciando em assembléia geral as irregularidades e também na justiça do Estado do Pará.Os crimes são muitos: começando por falsidade ideológica, estelionato, crime contra a econômia popular entre outros . A presidente e seus aliados contra atacaram, poruqe ela sempre contou com o envolvimento de muitos militantes e dirigentes do PCdoB para defender seus interesses e da diretoria. Em geral uma das provas concretas é a ocupação de um apartamento, no prédio Pioneiro Felizcidade pela presidente do Diretório Municipal do PCdoB no Estado do Pará, a senhora Leila Marcia e que também ocupa um cargo público (Secretária-adjunta de Justiça e Direitos Humanos) no governo do Pará, o que revela uma grande injustiça, contradição e incoerência em sua ideologia partidária. O apartamento que ela ocupa como "laranja" é propriedade de um cooperado que "briga na justiça" por seus direitos, sendo que recentemente foi concedida uma liminar de reintegração de posse, assinada pela desembargadora Maria de Nazaré Saavedra Guimarães da 4ª Câmera Cívil Isolada, a favor deste cooperado.  (obs: Notícia que saiu no jornal O Liberal, Repórter 70).

O caso Comteto foi à Câmara Municipal de Belém e à Assembléia Legislativa do Estado do Pará. A perseguição foi imensa a todos que não aceitaram esses desmandos e que sofreram desde expulsão sem direito a defesa além de outras violências como retirada ilegal de cooperados de suas casas. Com todas essas denúncias e crimes cometidos a presidente continuou agindo contra os direitos dos cooperados e infringindo a lei do cooperativismo.

Em assembléia manobrista realizou a venda de partes nobres do terreno à grandes empresas capitalistas como: Síntese Engenharia e FIT Empreendimentos, prejudicando dessa forma, consideravelmente as áreas condominiais dos cooperados. Denúncias foram feitas pelos moradores cooperados mas, não conseguiram impedir as negociações. A Comteto vendeu a rua de principal acesso ao condomínio sem nenhum critério, deixando os moradores  totalmente prejudicados.

Estamos agora vivendo um verdadeiro terror, só nos restando desespero, angústia e medo.  Não sabemos mais o que fazer, vivemos sem estrutura básica no Bosque Felizcidade, sem água de boa qualidade e também expostos à violência urbana, já que o residencial não é cercado. Queremos saber onde está o dinheiro da venda dos terrenos? A Comteto consegiu o seu "mega projeto": acabar com a nossa paz,  isto é uma das maiores violações aos direitos humanos, um ataque aos direitos a moradia e a ecologia.

  E AGORA?

Vale a pena acreditar em projetos como este tendo a frente pessoas que se dizem defenssoras dos direitos humanos, mas que na verdade são verdadeiros inimigos do povo?

E a camarada Socorro Gomes (membro do PCdoB dirigente da Cebrapaz) o que pensa de toda essa problemática que vem sofrendo os cooperados e moradores do Felizcidade? Já que ajudou a assinar esse projeto que agora passou uma parte para as mãos de empresas capitalistas?

A Comteto nunca implantou projetos em defesa do meio ambiente nessa área, mesmo sabendo de suas riquezas naturais como: resevas de água doce, animais como: tucanos, macacos, preguiças, cobras, jacarés entre outros, árvores frondosas e que agora com certeza vão desaparecer. É um verdadeiro ataque ao meio ambiente.

Apesar de tudo isto ainda nos resta um grito na garganta, um grito ainda que sufocado, um grito de quem clama por justiça e paz.  Temos  certeza que este grito terá um grande eco em todos os cantos do Brasil.

Punição já! aos criminosos da Comteto

"A ira dos tiranos não vai nos abater"

 


        

      

          

Via de acesso ao Residencial Bosque Felizcidade

Área que foi vendida pela Comteto (Cooperativa Habitacional de Belém).




Escrito por Movimento Amigos do BBF às 23h22
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Folder do projeto Bairro Bosque Felizcidade (Comteto)


Felizcidade é o projeto de um bairro-bosque que objetiva combater o déficit habitacional e servir de referência para outras iniciativas de planejamento urbano na área de expansão da grande Belém.

O terreno onde o bairro-bosque Felizcidade será implantado (Rodovia Augusto Montenegro, km3) faz parte de uma reserva natural de 82 hectares. Em seu extremo oeste passa a Rodovia do Trabalhadores e tem duas áreas institucionais como vizinhas: a reserva florestal da Marinha, ao sul, e a reserva para o complexo esportivo do Estádio do Mangueirão, ao norte. Sua topografia possui uma diferença de cota de até 11 metros, onde se destacam platôs altos de terra firme, pórem recortados por pequenos igarapés e até olhos d'água. Resume-se numa pequenina Amazônia.

A urbanização privilegiará a preservação das nascentes e cursos d'água e as massas de vegetação de maior relevância. 70% da área serão preservados e enrriquecidos com a plantação de espécies nobres da Amazônia. Parte dessa área será utilizada para o lazer coletivo do bairr, com bosque, play-ground, praça, clube, recanto de contemplação, praçade esportes, etc. Tudo isto baseado num levantamento florestal dsenvolvido pela Funverde (Fundação Parques e Áreas Verdes de Belém).

Um minucioso estudo microclimático indica que o terreno tem sua linha principal fazendo pequena inclinação co a linha leste-oeste. Na madrugada-manhã, recebe ventilação (e chuva) pelo seu lado mais ao norte. O sol "nasce" pela Rodovia Agusto Montenegro e "se põe" pela Rodovia dos Trabalhadores, sendo que de Outubro a Março seu "caminhamento" declina mais pelo lado do terreno da Marinha; de Abril a Setembro mais para o lado do Mangueirão. 

Essas condicionantes bioclimáticas sugeriram a solução em fitas (construção estreitas e compridas) locadas em linhas paralelas à Rodovia Augusto Montenegro. Assim, os ambientes ficarão todos para o nascente e para a ventilação dominante. Para bloquear o sol vespertino, o corredor de circulação, interligando os vários apartamentos, ficará a oeste.   

O Bairro terá aproximadamente 5 mil unidades habitacionais com apartamentos e casas de tamanhos e características diferentes. 

Conseqüentemente, estima-se uma população entre 20 a 25 mil habitantes.

Os apartamentos em blocos de quatro andares sobre pilotis serão três tipos: 50 m² com dois quartos; de 60m² com dois quartos mais dependência reversível e de 90m² com três quartos, sendo uma suíte e dependência (reversível).

O Bairro Bosque Felizcidade contará com um grande centro de comércio, serviços e lazer, um setor ocidentla e um setor oriental. 

O grande centro comportará uma praça, play-ground, bosque, escola de 1º e 2º graus, creche, clube, lago, ginásio de esportes coberto, centro comercial, centro de serviços, supermercado, feiras, posto de saúde, igreja, teatro, biblioteca, banco e posto policial.

O setor ocidental terá um portal, blocos de apartamentos, pequenas praças, mini-centros comerciais e de serviços, pequenos espaços culturais, sede da Comteto, quiosques, lojas de conveniências, pontes de concreto para tráfego de veículos e pontes de madeira para ciclistas e pedestres, além de um igarapé que já existe dentro de uma faixa da reserva (60 m de largura).

O setor oriental comportará portal, casas, blocos de apartamentos, pequenas praças, mini-centros comerciais e de serviços e pequenos espaços culturais.

A construção do bairro-bosque Felizcidade, além de gerar mil empregos diretos e 2 mil indiretos, causará impacto positivo no desenvolvimento planejado da área de expansão da cidade de Belém.

O bairro, além de ser contemplado com todos os equipamentos necessários para sua "habitalidade", terá como premissas: 

1. Respeito ao meio ambiente, com preservação de nascentes, igarapés, massas verdes e topografia;

2. Conforto ambiental de forma natural, onde todos os ambientes estarão protegidos da forte insolação, das chuvas e serão posicionados de frente para a ventilação dominante;

3. Construção de unidades habitacionais abaixo do custo de mercado.

O Bairro bosque FELIZCIDADE apresenta solução arquitetônica que expressa a região amazônica. Uma solução coerente com sua linguagem. Mergulha fundo na qustão da "habitalidade" regional. Reflexo de seu clima. Manifestação de sua cultura.

Assinado pelo arquiteto

João Castro Filho.

 

 

Fonte: Folder da Comteto



Escrito por Movimento Amigos do BBF às 19h35
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Denúncia contra Comteto

 Atualidades, Repórter 70 

 Edição do dia 29 de Maio de 2009.

 Habitação

 Posse

A Comteto que responde a dezenas de processo na justiça por receber dinheiro e não entregar apartamentos, apelou feio para não cumprir uma liminar de reintegração de posse no     residencial Bosque Felizcidade, na rodovia Augusto Montenegro. Leila Márcia, secretária-adjunta de Justiça e Direitos Humanos, é a nova ocupante "laranja" do apartamento requerido pelo  odontólogo Joélcio Ataíde, despejado há seis meses do local, pelo qual pagou R$28 mil em prestações.

Ameaça

A decisão é assinada pela desembargadora Maria de Nazaré Saavedra Guimarães, da 4ª Câmara Cível Isolada. Quando foi ao local com o documento, o reclamante acabou expulso e ameaçado por seguranças. Leila Márcia, presidente do Diretório Municipal do PCdoB, partido da camarada Socorro Gomes, responde interinamente pela Secretaria de Justiça e Direitos Humanos , o que torna a liminar mero instrumento de comtemplação.

Fonte: Jornal O Liberal, Atualidades Repórter 70



Escrito por Movimento Amigos do BBF às 13h46
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Cooperativa habitacional é denunciada por servidora

Edição de 17/08/2004

Uma funcionária pública que participou de várias denúncias de irregularidades contra a cooperativa habitacional Comteto diz que está sendo impedida de continuar a pagar as prestações de seu apartamento, que foi financiado pela organização. Maria das Dores Paiva dos Reis afirma que vem sofrendo retaliações da Comteto após ter participado de uma comissão de cooperados que entre outras coisas pediu a destituição da diretoria da cooperativa, composta por Leila Mourão, Vera Lacerda, Carlos Machado e João Castro.

Maria das Dores - mais conhecida como “Dôzinha” - conta que entrou na cooperativa em 2001, para comprar uma casa. Tempos depois, ela trocou a casa por um apartamento e continuou pagando as prestações. No ano passado, ela atrasou, por motivos pessoais, o pagamento de uma das parcelas e da chave do apartamento. Recebeu um comunicado dizendo que tinha até o dia 5 do mês seguinte - no caso maio - para quitar a dívida. Foi o que ela fez. Mas até hoje, mais de um ano depois, ainda não recebeu o imóvel.

Segundo Dôzinha, em junho do ano passado houve uma assembléia geral ordinária da cooperativa, na qual ela foi escolhido, junto de outros membros, para compor uma comissão de averiguação das irregularidades apontadas pelo conselho fiscal da Comteto. No final dos trabalhos, a comissão apresentou um relatório no qual pediu o afastamento da diretoria da cooperativa. Mais tarde, a comissão deu entrada com ação no Ministério Público para que as denúncias pudessem ser apuradas. O resultado foi a destituição da diretora da Comteto, Leila Mourão, que, dias depois, voltou ao cargo graças a um agravo de instrumento.

Neste ano, Maria das Dores deu entrada, junto com mais 20 cooperados, em uma ação coletiva na Defensoria Pública contra a Comteto. Ela havia deixado de pagar quatro prestações do apartamento - desde abril deste ano - e, quando tentou ir até lá, para quitar o débito, não conseguiu receber os boletos atrasados. “Eu mandei um sobrinho meu ir até lá para pegar os boletos e disseram a ele que eu não poderia mais receber porque acionei dois processos contra a empresa”, afirma. A funcionária pública diz que se sente vítima de perseguição e promete que não vai “sossegar” enquanto “não tiver os direitos assegurados”. Ela diz que está morando com os pais de favor, enquanto não recebe o apartamento.

“Eu entendo isso retaliação política, porque eu denunciei várias arbitrariedades que estavam acontecendo na Comteto. Estou sendo usada como bode expiatório”, ressalta. Maria das Dores também afirma que não vai desistir até poder quitar o apartamento. “Eu não tenho medo de nada. Se preciso vou até a Assembléia Legislativa e faço greve de fome. Não lutei todos estes anos para chegar agora e desistir”, desabafa, sem esconder a emoção.

A presidente da Comteto, Leila Mourão, afirma que Maria das Dores está mentindo. “Não existe nenhuma represália contra essa moça. As únicas pessoas que deixam de receber o boleto de pagamento são aquelas que atrasam as prestações por mais de 90 dias, como determina a lei. Até onde eu sei foi ela atrasou algumas parcelas, tentou pagar em juízo e não conseguiu. Acho que ela está é nervosa”, declarou. Leila também acredita que “Dôzinha” está se fazendo de vítima. “O que eu acho é que ela está em débito com a empresa e agora inventa essas coisas para sair como vítima”, finalizou

Fonte: http://www.orm.com.br/oliberal/interna/default.asp?modulo=247&codigo=22200

Jornal O Liberal, Atualidades

 



Escrito por Movimento Amigos do BBF às 13h19
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Número de processos diretoria Comteto

Processo nº: 2004.2.046230-7 FALSIDADE IDEOLOGICA

Processo nº: 2005.2.058338-4 Crime C/Econ.Popular

Fonte: site do TJEPA/ http://www.tj.pa.gov.br/



Escrito por bosque.felizcidade às 00h26
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Caso Comteto no Jornal Hoje

RSSRSS Edição do dia 25/03/06
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25/03/06 - 00h00 - Atualizado em 25/03/06 - 00h00

Golpe imobiliário

O sonho da casa própria se transformou em dor de cabeça para mais de quatro mil famílias do Pará. Muitas já quitaram as prestações, mas nunca receberam os imóveis.

O aposentado Guilherme Carvalho passou sete anos pagando prestações para a Comteto, a Cooperativa Habitacional de Belém. Ele quitou um apartamento de R$ 56 mil, que nunca recebeu. “Até hoje não tenho esse imóvel em mãos e por enquanto não há perspectiva de tê-lo”, conta. Em 1997, quando foi criada, a Comteto prometia construir cinco mil casas e apartamentos, mas a própria diretoria confirma que não entregou nem 4% dos imóveis. Quando questionada sobre quantas casas prontas para morar foram entregues aos cooperados a presidente da cooperativa, Leila Mourão, ri sem graça e responde: “Olha, o que eu posso lhe responder é nós deveremos construir no bairro Bosque Felicidade 416 unidades e destas já foram entregues 176”. Ou seja: das cinco mil casas prometidas há nove anos, só 176 foram entregues. Mais de quatro mil famílias podem ter sido prejudicadas. “Muitos não receberam o imóvel ou sequer foram indenizados pelos valores pagos à cooperativa”, diz o promotor Waldir Macieira.
O Ministério Público acusa a presidente da Comteto de comprar passagens aéreas, computador, automóvel e até quitar as faturas do cartão de crédito com dinheiro dos cooperados. Leila Mourão nega:“Todos os recursos da Comteto sempre foram utilizados em benefício da Comteto”.
O Ministério Público apurou ainda que, na eleilção de 2002, Leila Mourão gastou mais de R$ 2 mil da Comteto para enviar cartas aos cooperados pedindo votos para vários candidatos.
Por causa de todas essas denuncias a justiça decidiu processar neste mês Leila Mourão e dois diretores da Comteto. Eles são acusados de estelionato e crime contra a economia popular. Mesmo assim, a cooperativa foi selecionada pelo ministério das Cidades para participar de um outro projeto para a construção de 400 moradias populares em Belém.

O site do ministério das Cidades confirma que a Comteto foi mesmo selecionada. Segundo a Caixa Econômica Federal esse processo envolve R$ 6.462.800,00. “As cooperativas, a Comteto ou qualquer outra, não recebem nenhum recurso deste programa. O recurso é liberado às pessoas físicas organizadas nesses grupoas”, afirma a secretária de habitação do ministério, Inês Magalhães.
A gerente de marketing da Caixa Econômica Federal, em Belém, dá uma outra versão. Por telefone, Nilza Guimarães disse que se o processo for aprovado os mais de R$ 6 milhões vão mesmo para a Comteto. “O dinheiro vai pra cooperativa. É na conta da cooperativa, não é na conta de nenhuma pessoa física”, disse.

 

Fonte:

http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1151481-16022,00-GOLPE+IMOBILIARIO.html



Escrito por bosque.felizcidade às 00h07
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